Polémica em novo adiamento do julgamento no caso da morte de Maradona



Redação | 11:18 - 04 de março de 2026

// Internacional //
O processo judicial sobre a morte de Diego Maradona sofreu um novo e polémico revés após falha processual inesperada por parte da acusação.

O processo judicial relacionado com a morte de Diego Armando Maradona, uma das maiores figuras da história do futebol mundial, sofreu um novo e inesperado atraso que está a gerar forte polémica na Argentina.

O julgamento de Dahiana Madrid, a enfermeira que acompanhou o antigo futebolista nos últimos dias de vida, foi suspenso após uma falha processual considerada grave por parte da acusação.

Sete acusados e mais de 120 testemunhas no processo

O caso envolve vários profissionais de saúde que acompanharam Maradona antes da sua morte e tornou-se um dos processos judiciais mais mediáticos da história recente da Argentina.

A revelação foi feita pelo jornalista Mauro Szeta, durante o programa Lape Club Social, da emissora América TV. Segundo explicou, a audiência foi adiada porque os procuradores não apresentaram as provas essenciais para o andamento da sessão.

Falha inesperada da acusação

«Os procuradores esqueceram-se de apresentar as provas: os áudios e os testemunhos», revelou o jornalista, gerando surpresa e indignação no meio judicial e mediático.

O advogado de defesa da enfermeira, Rodolfo Baqué, confirmou a situação e explicou que o processo não pôde prosseguir sem os elementos que deveriam ter sido apresentados pela acusação.

«Os procuradores tinham de levar os áudios e vídeos que pretendiam utilizar na audiência do julgamento e esqueceram-se de os levar.»

Dúvidas sobre o futuro do julgamento principal

O jornalista Mauro Szeta classificou o episódio como um verdadeiro “escândalo judicial”, levantando ainda dúvidas sobre o futuro do julgamento principal relacionado com a morte de Maradona.

Esse julgamento envolve vários arguidos e tem início previsto para 17 de março, contando com mais de 120 testemunhas que deverão ser ouvidas ao longo do processo.

«Começa ou vai acontecer algo que o suspenda?», questionou Szeta durante o programa, deixando no ar a incerteza sobre o desenrolar de um dos casos mais acompanhados pela opinião pública argentina.

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